Você abre o aplicativo “rapidinho”, faz um ou dois swipes e, quando percebe, já passou meia hora tentando superar a própria pontuação. Assim funcionam os jogos como Subway Surfers: controles simples, ação frenética e aquela vontade de tentar “só mais uma vez”.
Para quem gosta de partidas curtas, mas intensas, os endless runners continuam imbatíveis. A boa notícia é que existe uma porção de alternativas gratuitas nas lojas de apps, ideais para turbinar qualquer smartphone, seja ele um modelo de entrada de R$ 1.200 ou um topo de linha que passa dos R$ 6.000 no Brasil.
Temple Run 2 mantém o ritmo acelerado
Clássico absoluto, Temple Run 2 leva o corredor para cenários de templos, penhascos e muita armadilha. Os comandos de deslizar para pular, agachar ou mudar de faixa vão ficar instantaneamente familiares para quem curte jogos como Subway Surfers.
Além de moedas e missões diárias, o jogo adiciona curvas acentuadas e quedas repentinas, criando um clima de aventura digno de filme de ação. A versão mobile continua gratuita em Android e iOS, ocupando pouco mais de 150 MB.
Minion Rush entrega humor e bananas em excesso
Os Minions, de “Meu Malvado Favorito”, transformam qualquer corrida em pura bagunça. Aqui a coleta não é de moedas, mas de bananas — muitas bananas. As fases incluem missões relâmpago e power-ups que deixam tudo ainda mais caótico.
Grátis para baixar, o título costuma rodar bem em aparelhos de 3 GB de RAM, faixa média encontrada em modelos na casa dos R$ 1.500. Se o celular está folgado, os gráficos coloridos ficam ainda mais nítidos em telas 90 Hz.
Sonic Dash acelera além do limite
Sonic sempre foi sinônimo de velocidade, e em Sonic Dash isso não é diferente. O ouriço corre por cenários clássicos, pega anéis, destrói obstáculos e ativa turbos cinematográficos.
Entre os jogos como Subway Surfers, este é o que mais exige reflexo rápido. Funciona liso em processadores modestos, mas brilha mesmo em modelos com GPU dedicada, como os tops de linha de R$ 4.000 para cima.
Talking Tom Gold Run aposta no carisma felino
O gato Tom e seus amigos mergulham em fases inspiradas em desenhos animados. A dinâmica é a de sempre — deslizar, pular e coletar —, mas existe um extra: reconstruir a casa do personagem usando o ouro acumulado.
Quem curte personalização vai se divertir desbloqueando trajes e itens decorativos. Por ser leve, o jogo roda até em smartphones antigos com Android 6.0, aparelhos que hoje custam perto de R$ 600 no mercado de usados.
Blades of Brim mistura corrida com combate
Da mesma equipe de Subway Surfers, Blades of Brim troca o ambiente urbano por cenários de fantasia. Além de desviar, o jogador precisa golpear inimigos, coletar equipamentos e liberar novos heróis.
Os controles seguem intuitivos, mas a camada de combate adiciona estratégia. Atualizações frequentes mantêm a comunidade engajada, e o game continua gratuito, com compras internas opcionais de R$ 4,90 a R$ 119,90.
Jetpack Joyride vira a tela de lado e acrescenta propulsor
A corrida aqui acontece em rolagem lateral. Barry Steakfries equipa um jetpack e precisa escapar de lasers e mísseis enquanto coleta moedas. Um simples toque na tela faz o personagem subir; soltar o dedo o faz descer.
Por quebrar o esquema de três faixas, Jetpack Joyride oferece experiência diferente, mas mantém o looping viciante dos jogos como Subway Surfers. Pesa menos de 120 MB, perfeito para celulares com pouco armazenamento.
CookieRun: OvenBreak traz centenas de personagens
Se a graça é colecionar, CookieRun: OvenBreak entrega. São dezenas de biscoitos, mascotes e relíquias que afetam atributos durante a corrida. O estilo side-scrolling exige saltos milimétricos e escorregões certeiros.
Imagem: Andrea Knezovic
A parte gacha pode assustar iniciantes, porém o modo história e os eventos semanais compensam. Em aparelhos intermediários de R$ 2.000, o jogo roda fluido em 60 fps.
Zombie Tsunami transforma você no vilão
Em vez de fugir, o jogador controla uma horda de zumbis que vai engolindo pedestres. Quanto maior o grupo, mais obstáculos ele atravessa. Derrapou num buraco? Lá se vão alguns mortos-vivos.
O humor pastelão conquista fácil quem gosta de alternativas leves. O download ocupa só 70 MB e os requisitos mínimos são baixos, ideais para celulares de entrada.
Vector: Parkour Run aposta no realismo
Inspirado em movimentos de parkour, Vector apresenta sombras estilizadas correndo por telhados e andaimes. Cada comando executa manobras completas, criando sensação de fluidez rara nos jogos como Subway Surfers.
Apesar de gratuito, o título oferece capítulo extra pago. Em smartphones com 90 Hz, a animação fica espetacular, justificando os R$ 3.500 de um modelo premium.
Rail Rush leva a corrida para dentro de minas
Imagine Subway Surfers dentro de um carrinho de mineração. Rail Rush desafia o jogador a trocar de trilhos, desviar de rochas e coletar pedras preciosas enquanto o carrinho ganha velocidade.
O game é ótimo para quem quer mudar de ares sem abandonar a mecânica de deslizar. Compatível com Android e iOS, ele roda até em iPhones antigos, como o 8 Plus, disponível hoje por cerca de R$ 1.000 no Brasil.
Por que esses jogos continuam dominando a atenção?
Mecânica simples, desafio crescente
O segredo está na curva de aprendizado. Qualquer pessoa entende os comandos em segundos, mas só os persistentes dominam as fases mais rápidas. Esse equilíbrio mantém a adrenalina alta e faz o jogador voltar.
Atualizações e eventos semanais
Quase todos os títulos da lista recebem desafios sazonais, skins exclusivas e rankings globais. Isso garante conteúdo novo sem custo adicional, prolongando a vida útil do jogo e do próprio smartphone.
Leveza e compatibilidade
Mesmo em celulares com apenas 2 GB de RAM, grande parte dos jogos como Subway Surfers roda sem engasgos. Para o Mania de Celular, isso significa que leitores com aparelhos mais simples também conseguem curtir a adrenalina sem precisar investir num modelo caro.
Quanto custa jogar no Brasil?
Todos os títulos são gratuitos para baixar, mas oferecem compras internas. Elas variam de R$ 3,90 a R$ 149,90, valores que podem ser pagos via Google Play ou App Store. Ou seja, o gasto é opcional e controlado pelo próprio usuário.
Seja em um smartphone básico de R$ 800 ou em um flagship que ultrapassa R$ 7.000, esses jogos como Subway Surfers entregam diversão imediata, sem exigir horas seguidas de dedicação. Basta desbloquear a tela e deslizar o dedo.
