Milhões de donos de iPhone receberam um alerta que não pode ser ignorado. A Apple confirmou a existência de duas falhas graves no WebKit, motor do Safari, que já estariam sendo exploradas por grupos de spyware.
Segundo especialistas, a única forma de bloquear o ataque é instalar o iOS 26.2 e reiniciar o aparelho. O problema afeta desde o iPhone 11 até o iPhone 16, além de vários iPads compatíveis com o iPadOS 26.
O que está acontecendo com a segurança dos iPhones
Duas vulnerabilidades críticas permitem que sites maliciosos injetem código nocivo no sistema. Uma vez dentro do aparelho, o invasor consegue capturar senhas, mensagens e até credenciais bancárias.
A própria Apple admite que os ataques já ocorrem “na vida real”, principalmente contra alvos de alto perfil. O risco aumentou depois que os detalhes técnicos da brecha se tornaram públicos, facilitando a vida de criminosos.
Taxa de adoção do iOS 26 segue baixa
Dados do StatCounter mostram que apenas 16,3% dos iPhones elegíveis rodavam o iOS 26.2 em janeiro de 2026. Centenas de milhões de aparelhos permanecem em versões como iOS 18, sem a proteção completa.
Muitos usuários relutam em migrar por causa da nova interface “Liquid Glass”. Com isso, formou-se um contingente gigante de dispositivos vulneráveis, cenário que torna a atualização obrigatória do iPhone ainda mais urgente.
Quais modelos correm maior perigo
iPhones afetados
• iPhone 11, 11 Pro, 11 Pro Max
• Linha iPhone 12 completa
• Linha iPhone 13 completa
• Linha iPhone 14 completa
• Linha iPhone 15 completa
• Linha iPhone 16 completa
iPads na mesma situação
Modelos compatíveis com iPadOS 26 também precisam do patch, incluindo iPad Air 5, iPad Pro 2021/2022 e iPad mini 6.
Por que o iOS 26.2 é a solução definitiva
A Apple liberou um micro-patch, o iOS 18.7.3, para aparelhos mais antigos como iPhone XS e XR. Porém, só o iOS 26.2 contém a camada completa de proteções de memória exigida para barrar os novos vetores de ataque.
Sem essas rotinas, o navegador continua suscetível. Por isso, a atualização obrigatória do iPhone envolve instalar o iOS 26.2 e não apenas updates menores.
Reiniciar o aparelho faz diferença?
Sim. Pesquisadores recomendam desligar e ligar o iPhone após a instalação. O reboot limpa scripts residentes na memória que podem manter o spyware vivo até mesmo depois do patch.
O procedimento dura menos de um minuto e funciona como um “corta-corrente” para códigos maliciosos já carregados.
Imagem: Jade Bryan
Quanto custam os iPhones no Brasil hoje
No mercado nacional, o iPhone 15 é vendido no site oficial da Apple a partir de R$ 7.299, enquanto o iPhone 15 Pro sai por, pelo menos, R$ 9.299. Já o iPhone 14 continua disponível em revendas por valores que começam na casa dos R$ 5.499.
É bom lembrar dessas cifras antes de arriscar o investimento: instalar o iOS 26.2 protege um aparelho que, no Brasil, pode custar mais que um salário anual mínimo em outros países.
Como checar a versão do iOS e atualizar
1. Abra Ajustes → Geral → Sobre.
2. Veja o item “Versão do software”.
3. Se for anterior a 26.2, volte para Ajustes → Geral → Atualização de Software.
4. Toque em “Baixar e instalar”, conectado ao Wi-Fi e com bateria acima de 50%.
Depois da instalação, reinicie o smartphone para concluir o processo. O mesmo vale para iPads com iPadOS 26.
Dúvidas frequentes sobre a atualização obrigatória do iPhone
Posso continuar no iOS 18 se usar apenas apps de confiança?
Não é seguro. A falha está no WebKit, que carrega conteúdo web dentro de praticamente todos os aplicativos, não só no Safari.
O patch diminui o desempenho?
Testes de laboratório não indicaram perda significativa de velocidade ou bateria. O ganho em segurança compensa qualquer minúsculo impacto.
E se eu não gostar da interface Liquid Glass?
Até o momento, não há como instalar apenas o patch sem migrar de interface. A Apple deixa claro que segurança tem prioridade sobre estética.
O recado final da Apple
A empresa foi direta: usuários devem migrar para iOS 26.2 “o quanto antes” e reiniciar o aparelho. Quem ignorar o alerta coloca dados pessoais, financeiros e profissionais em risco imediato.
No Mania de Celular, seguimos acompanhando o caso e reforçamos: diante de uma atualização obrigatória do iPhone, melhor não adiar.
